O povo tem memória curta? Eles acham que sim! Em uma manobra orquestrada pelo líder do prefeito, a base governista barrou o direito histórico à licença-prêmio para todos os funcionários municipais. O Correio do Trairi mostra quem mudou de lado e virou as costas para o trabalhador!
TANGARÁ – A máscara caiu! A sessão da Câmara de Vereadores desta segunda-feira (06/04/2026) ficará marcada como o “Dia da Traição” ao funcionalismo público de Tangará. Em um cenário de puro jogo político e falta de compromisso com quem carrega o município nas costas, o requerimento do vereador Thiago Lima (PL) foi derrubado pela bancada do prefeito.
O QUE ESTAVA EM JOGO?
O vereador Thiago Lima tentava apenas dar continuidade ao legado de seu pai, o ex-vereador Nilson Lima. Em 2024, Nilson apresentou a Emenda à Lei Orgânica nº 021, que garantia 3 meses de licença-prêmio a cada 5 anos de trabalho para TODOS os servidores, tirando-os da insegurança jurídica e dando dignidade a quem não é da educação (que já possui o direito).
Naquela época, a emenda foi APROVADA POR UNANIMIDADE. Todos bateram palmas, posaram para fotos e disseram que era “justiça”. Mas, como o ano acabou e a segunda votação não ocorreu, o rito precisava ser concluído agora.
A VIRADA DE CASACA: QUEM SÃO ELES?
O que mudou de 2024 para 2026? O bem-estar do servidor ou a conveniência política? O Correio do Trairi apurou que vereadores que foram FAVORÁVEIS no passado, agora, sob as ordens do Prefeito Municipal, votaram CONTRA.
- Chikutinha: Disse “sim” em 2024. Ontem? “Sou contra, Sr. Presidente”.
- Breno de Dona Marlene: Aplaudiu a medida antes. Agora? Seguiu o mestre e votou contra o servidor.
- Ana de Ilo (Aninha): Antes era a favor; agora usa a desculpa de “estudo” para negar o direito ao trabalhador.
O “GENERAL” DA DERROTA DO TRABALHADOR
A ordem para o massacre veio direto da liderança do prefeito. O vereador Paulo Anderson, seguido por Ludwig, articulou a bancada para enterrar o sonho da licença-prêmio. A justificativa? O velho e manjado discurso de “impacto financeiro” e “necessidade de estudo”.
Ora, o projeto está na casa desde novembro de 2024! Tiveram quase dois anos para estudar e agora alegam surpresa? É uma desculpa esfarrapada para negar um direito constitucional!
OS HERÓIS DA RESISTÊNCIA
Nem tudo foi escuridão. Os vereadores que mantiveram a palavra e o respeito ao servidor foram:
- Thiago Lima (Autor do requerimento)
- Wilson Fonseca
- Ewerton Gato
Estes três ficaram do lado do povo, enquanto o restante da casa preferiu obedecer ao “cabresto” político.
O POVO QUER RESPOSTA!
Como pode um vereador votar a favor de um benefício em um ano e, quando chega a hora de torná-lo realidade, votar contra? A licença-prêmio não é um favor, é um reconhecimento ao esforço de quem serve à população.
Fica o questionamento do Correio do Trairi: O servidor público de Tangará vale menos agora do que valia em 2024? Ou o voto dos vereadores tem prazo de validade?
Compartilhe! Tangará precisa saber quem defende o povo e quem defende apenas o gabinete do prefeito!