A pequena Tangará, com pouco mais de 13 mil habitantes, entrou no radar da polêmica.
O prefeito Augusto Alves autorizou a contratação da empresa R5 Solução em Saúde Ltda, de Natal, por impressionantes R$ 2.295.219,00 (dois milhões, duzentos e noventa e cinco mil, duzentos e dezenove reais) para compra de medicamentos psicotrópicos.
O valor alto acendeu o alerta: como uma cidade pequena precisa de tantos remédios controlados assim?
A pergunta que circula entre os moradores é direta e incômoda:
Tangará está virando um “manicômio” ou há algo que não foi bem explicado?
O detalhe que chama atenção: o contrato passa a vigorar a partir de 15 de abril de 2026.
Medicamentos controlados exigem planejamento e controle rigoroso. Por isso, um gasto desse tamanho levanta dúvidas inevitáveis sobre planejamento, necessidade real e transparência.
Enquanto isso, a população segue querendo respostas.












